John Locke
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Estou indo embora. Não há mais lugar para mim. Eu sou o trema.Você pode nunca ter reparado em mim, mas eu estava sempre ali, na Anhangüera, nos aqüiféros, nas lingüiças e seus trocadilhos por mais de quatrocentos e cinqüenta anos.
Mas os tempos mudaram. Inventaram uma tal de reforma ortográfica e eu simplesmente tô fora. Fui expulso pra sempre do dicionário. Seus ingratos! Isso é uma delinqüência de lingüistas grandiloqüentes!...
O resto dos pontos e o alfabeto não me deram o menor apoio... A letra U se disse aliviada porque vou finalmente sair de cima dela. Os dois pontos disseram que eu sou um preguiçoso que trabalha deitado enquanto ele fica em pé.
Até o cedilha foi a favor da minha expulsão, aquele C cagão que fica se passando por S e nunca tem coragem de iniciar uma palavra. E também tem aquele obeso do O e o anoréxico do I. Desesperado, tentei chamar o ponto final pra trabalharmos juntos, fazendo um bico de reticências, mas ele negou, sempre encerrando logo todas as discussões. Será que se deixar um topete moicano posso me passar por aspas?... A verdade é que estou fora de moda. Quem está na moda são os estrangeiros, é o K, o W, "Kkk" pra cá, "www" pra lá.
Até o jogo da velha, que ninguém nunca ligou, virou celebridade nesse tal de Twitter, que aliás, deveria se chamar TÜITER. Chega de argüição, mas estejam certos, seus moderninhos: haverá conseqüências! Chega de piadinhas dizendo que estou "tremendo" de medo. Tudo bem, vou-me embora da língua portuguesa. Foi bom enquanto durou. Vou para o alemão, lá eles adoram os tremas. E um dia vocês sentirão saudades. E não vão agüentar!...
Nos vemos nos livros antigos. Saio da língua para entrar na história.
Adeus.
Trema
Retirado do blog UATI em ação
Com o intuito de despertar seu interesse pela leitura, vejamos alguns motivos pelos quais você deva começar ou continuar a ler:
1. Entendimento: uma boa leitura leva a pessoa ao entendimento de assuntos distintos. Afinal, o que é entender senão compreender, perceber. Como você saberá conversar sobre determinado tema se não tem percepção ou se não o compreende?
2. Cultura: através da leitura temos possibilidade de ter contato com várias culturas diferentes. Sabemos como determinado povo se comporta, os motivos pelos quais agem de forma distinta da nossa. Além disso, compreendemos melhor o outro quando passamos a saber a história de vida que o cerca. Consequentemente, lidamos melhor com quem é diferente de nós e não temos uma opinião pobre e geral das circunstâncias.
3. Reflexivos: lendo, nos tornamos reflexivos, ou seja, formamos uma ideia própria e madura dos fatos. Quando temos entendimento dos vários lados de uma mesma história, somos capazes de refletir e chegar a um consenso, que nos traz crescimento pessoal.
4. Conhecimento: através da leitura falamos e escrevemos melhor, sabemos o que aconteceu na nossa história, o porquê de nosso clima e do idioma que falamos, dentre muitas outras possibilidades.
5. Leitura dinâmica: quem lê muito, começa a refletir mais rápido. Logo, adquire mais agilidade na leitura. Passa os olhos e já entende sobre o que o texto está falando, a opinião do escritor e a conclusão alcançada.
6. Vocabulário: esse item é fato, pois quem lê tem um repertório de vocábulos muito mais avançado do que aquele que não possui essa prática.
7. Escrita: com conhecimento, reflexão e vocabulário é óbvio que o indivíduo conseguirá desenvolver seu texto com muito mais destreza e facilidade. Quem lê, se expressa bem por meio da escrita.
8. Diversão: sim, a leitura promove diversão, pois quem lê é levado a lugares que não poderia ir “com as próprias pernas”.
9. Informação: através da leitura ficamos informados sobre o que acontece no mundo e na nossa região. A leitura informativa mais usual é o jornal impresso.
Essa entrada foi postada no blog "Alfa Beta news"
Natassia
Barroco
Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres.
Clarice Lispector
A data começou a ser celebrada em 7 de outubro de 1926, em comemoração ao nascimento de Miguel de Cervantes, escritor espanhol. O escritor e editor valenciano, estabelecido em Barcelona, Vicent Clavel Andrés, propôs este dia para a Câmara Oficial do Livro de Barcelona.
Em 6 de fevereiro de 1926, o governo espanhol, presidido por Miguel Primo de Rivera, aceitou a data e o rei Alfonso XIII assinou o decreto real que instituiu a Festa do Livro Espanhol.
No ano de 1930, a data comemorativa foi trasladada para 23 de abril, dia do falecimento de Cervantes.
Mais tarde, em 1996, a UNESCO instituiu 23 de abril como o Dia Mundial do Livro e do Direito de Autor, em virtude de a 23 de abril se assinalar o falecimento de outros escritores, como Josep Pla, escritor catalão, e William Shakespeare, dramaturgo inglês.
No caso do escritor inglês, tal data não é precisa, pois que em Inglaterra, naquele tempo, ainda utilizava o calendário juliano, pelo que havia uma diferença de 10 dias apara o calendário gregoriano usado em Espanha. Assim Shakespeare faleceu efectivamente 10 dias depois de Cervantes.
Retirado do Wikipédia
Natassia
Entrevista com Cybele Meyer, psicóloga e autora do livro 'Menina Flor'
Suzane G. Frutuoso - Jornal da Tarde
Entrevista retirada do site Estadão.br 17.04.11
Natassia
A música do hino é de Francisco Manuel da Silva. Em 1831, tornou-se popular com versos que comemoravam a abdicação de Dom Pedro I. Posteriormente, à época da coroação de Dom Pedro II. sua letra foi trocada e a composição, devido a sua popularidade, passou a ser considerada como o hino nacional brasileiro, embora não tenha sido oficializada como tal. Após a proclamação da Republica os governantes abriram um concurso para a oficialização de um novo hino, ganho por Leopoldo Migues. Entretanto, com as manifestações populares contrárias à adoção do novo hino, o presidente da República, Deodoro da Fonseca, oficializou como Hino Nacional Brasileiro a composição de Francisco Manuel da Silva, estabelecendo que a composição de Leopoldo Migues seria o Hino da Proclamação da Republica. Durante o centenário da Proclamação da Independência em 1922, finalmente a letra escrita pelo poeta e jornalista Joaquim Osório Duque Estrada tornou-se oficial. A orquestração do hino é de Antônio Assis Republicano, e sua instrumentação para banda é do tenente Antônio Pinto Junior. A adaptação vocal foi feita por Aberto Nepomuceno e é proibida a execução de quaisquer outros arranjos vocais ou artístico instrumentais do hino.
Linguagem é a expressão do pensamento por meio de palavras. É qualquer meio de exprimir o que se sente ou pensa. É conjunto de sinais, visuais ou fonéticos, através dos quais se estabelece a comunicação.
Exemplos: o conto, o poema, o romance, novelas, crônicas.
A linguagem não-literária é a utilizada com o seu sentido comum, aquilo que as palavras ou as coisas querem dizer. É a linguagem dos textos informativos, jornalísticos, científicos, técnicos etc.
- Escrita por Gil Vicente, em Portugal, apresentada pela primeira vez em 1517.
- Gil Vicente foi o pioneiro no teatro em língua portuguesa.
- “Auto da Moralidade” – Classificado por Gil, pois julga os valores de todos os tipos sociais (personagens) antes de ir embarcar rumo ao céu (barca da Glória) ou ao inferno (barca do Diabo)
- Escrita em tom coloquial (próximo à fala da época).
- Tipos: personagens (com exceção do Anjo, o Diabo e seu companheiro) são representações de pessoas típicas da sociedade da época, sem nomes e identidade definidos.
Personagens:
Obra disponível para dowload no site Domínio Público. Para baixar, clique aqui.
Esta obra está na lista de livros para a FUVEST 2012
| Gil Vicente |
Natassia
Mudas telepáticas
Pensem nas meninas
Cegas inexatas
Pensem nas mulheres
Rotas alteradas
Pensem nas feridas
Como rosas cálidas
Mas, oh, não se esqueçam
Da rosa da rosa
Da rosa de Hiroshima
A rosa hereditária
A rosa radioativa
Estúpida e inválida
A rosa com cirrose
A anti-rosa atômica
Sem cor sem perfume
Sem rosa, sem nada
| As questões de Literatura procuram avaliar conteúdos específicos das obras, exigindo efetiva experiência de leitura |
A equipe de literatura do curso pré-vestibular destaca que os movimentos literários no Brasil e em Portugal merecem atenção dos vestibulandos. Segundo os professores, os candidatos estarão bem preparados se souberem dominar os traços estéticos e ideológicos de cada movimento literário, seus respectivos contextos histórico-culturais e os autores mais representativos de cada época literária e suas marcas estilísticas.
Os professores de literatura do Anglo apostam em oito autores como questão certa dentro dos movimentos literários. São eles: Manuel Antônio de Almeida e José de Alencar, no Romantismo; Eça de Queirós e Machado de Assis, no Realismo; e Fernando Pessoa, Graciliano Ramos, Carlos Drummond de Andrade e Guimarães Rosa, no Modernismo.
Além disso, alguns vestibulares definem previamente as obras para leitura. Segundo Castro, os textos selecionados também oferecem suporte para excelentes questões de gramática e de texto. Os estudantes devem se centrar na compreensão do enredo de cada obra, nos procedimentos construtivos das obras, nos aspectos semânticos do texto e no estilo particular dos gêneros de cada livro.
Retirado do site Terra Educação
Natassia
Todos os brasileiros seguem uma rotina, para poder ser alguém na vida, rotina essa que segue o seguinte roteiro, pré-escola para aprender a conviver em turma e ter os conceitos básicos de aprendizagem, ensino fundamental para receber o aprendizado fundamental para todo ser humano que ler escrever, calcular e interpretar, após essa fase vem o ensino médio que é o meio do caminho entre o necessário para sobreviver e o necessário para viver, no ensino médio as pessoas revisam tudo o que foi visto nos 8 anos anteriores e se preparam para o que será visto nos próximos quatro, após três anos de estudo encerra-se este ciclo e vem a preparação para o próximo, o ensino superior a faculdade e temido vestibular. É até estranho pensar que 10 anos de estudos dependem de cinco horas e uma prova para entrar na faculdade, mas não é necessário ter medo do vestibular, a melhor maneira de passar por ele sem se preocupar é estudando, um bom lugar para começar os estudos é lendo muito, todos os anos são divulgadas listas com obras literárias que irão auxiliar o vestibulando nas questões, os títulos são sempre muito conhecidos, de escritores famosos. Se você está prestes a prestar vestibular preste atenção aos títulos mais freqüente e comece a ler para garantir uma boa nota e fazer valer todos os anos que você sofre dentro de uma sala de aula.
Alguns dos livros mais freqüentes em provas de vestibular são: Memórias de um Sargento de Milícias, Iracema, Dom Casmurro, Vidas Secas, Grande Sertão Veredas, A Hora da Estrela, Auto da Barca do Inferno, Esaú e Jacó, Memórias Póstumas de Braz Cubas, Vestido de Noiva são os que mais caem nessas provas que valem tanto, agora se você não vai prestar vestibular nenhum, vale à pena ler estes títulos que são riquezas literárias que nos são oferecidas.
Retirado do site Guias Blog
Natassia
- Auto da barca do inferno – Gil Vicente;
- Memórias de um sargento de Milícias – Manuel Antônio de Almeida;
- Iracema – José de Alencar;
- Dom Casmurro – Machado de Assis;
- O cortiço – Aluísio Azevedo;
- A cidade e as serras – Eça de Queirós;
- Vidas secas – Graciliano Ramos;
- Capitães da areia – Jorge Amado;
- Antologia poética (com base na 2ª ed. aumentada) – Vinícius de Moraes.
Retirado do site Fuvest 2012
Natassia
Um pouco da história de um dos maiores escritores brasileiros
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| Caricatura de Monteiro Lobato com um de seus personagens: Visconde de Sabugosa |
Monteiro Lobato inovou o jeito de fazer literatura infantojuvenil no nosso país. Ele se destacou pela valorização do público infantil, a preocupação com a cultura nacional e nosso folclore. Por isso, suas obras encantam as crianças (e os adultos!) brasileiras há muitas gerações. O Sítio do Picapau Amarelo, sucesso no Brasil e em diversos países, já foi livro, série de televisão e, agora, virou um envolvente mundo virtual.
O homem detalhista e de mente inquieta, que se dedicou aos livros com sua farta produção literária, também foi um empreendedor ao fundar uma das maiores editoras do país em sua época. A atuação de Lobato nos negócios não parou por aí. O espírito nacionalista o motivou a criar uma de nossas primeiras empresas petrolíferas, a Companhia Petróleos do Brasil, e a investir na indústria siderúrgica.
Um homem preocupado com o Brasil e sua cultura
Uma sereia de cabelos verdes e uma voz capaz de encantar os navegantes. Um menino travesso que pula em um pé só. Pela primeira vez, os seres folclóricos saíram do imaginário popular brasileiro e foram parar nos livros. Monteiro Lobato enxergou a importância e a criatividade de um país pouco retratado na literatura. Ele soube captar o espírito do Brasil caipira como ninguém. Quem não se lembra do famoso personagem Jeca Tatu, um homem simples do campo que vivia as agruras de um país em condições ainda muito precárias? Ou dos inesquecíveis Tio Barnabé e Tia Nastácia, habitantes do Sítio do Picapau Amarelo?
Lobato não teve receio de dizer o que pensava em seus livros e artigos. Em pleno começo do século XX, num ambiente de pouca liberdade de expressão, ele mostrou sua indignação com a política e os problemas sociais que o Brasil enfrentava.
O primeiro escritor brasileiro a enxergar a criança como um ser pensante
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| Capa do livro Reinações de Narizinho, publicado em 1931 |
Monteiro Lobato conseguiu compreender e traduzir o pensamento infantil como nenhum autor nacional até então. Em 1920, publicou um pequeno conto que mudou a literatura infanto-juvenil brasileira para sempre. Com uma linguagem simples e muita imaginação, A Menina do Narizinho Arrebitado tornou-se um sucesso instantâneo e marcou o começo das aventuras de Narizinho, sua boneca falante e outros personagens fantásticos do Sítio do Picapau Amarelo.
O autor trouxe para seus livros a graça, a oralidade e as expressões tipicamente nacionais, como Credo! e Mangar. Neles, tudo era possível, tudo existia. A realidade e o faz de conta não tinham barreiras (assim como a mente das crianças). "A criança é um ser onde a imaginação predomina em absoluto. O meio de interessá-la é falar-lhe à imaginação", disse o escritor, que se dedicou até o fim da vida à criação de textos criativos e inteligentes para o público infantil.
O Sítio mais importante do Brasil
"Ainda acabo fazendo livros onde as nossas crianças possam morar", disse Lobato em carta enviada ao amigo Godofredo Rangel, em 1926. E ele cumpriu o que disse. O Sítio do Picapau Amarelo convida as crianças a mergulharem em um mundo que mescla fantasia e realidade. Os leitores se identificaram de cara com as reinações de Emília, Visconde, Narizinho e Pedrinho. Lobato recebia dezenas de cartas de crianças que elogiavam os personagens, palpitavam sobre as histórias e diziam que o sítio de Dona Benta era o melhor lugar para se viver.
Para escrever os livros, buscou referência em sua própria infância. Lembrou-se dos bonequinhos feitos de legumes que inventava em suas brincadeiras e da biblioteca do avô, seu local preferido. Transportou os seus gostos e excentricidades para o papel, e a fórmula deu tão certo que o Sítio do Picapau Amarelo e seus queridos moradores (ou seus incríveis visitantes) são hoje parte do imaginário dos brasileiros.
Texto retirado do site Mundo do Sítio
Natassia
O Auto da Barca do Inferno
É o primeiro dia de aula e Thereza está em território inédito na escola, começando o 1º colegial e sentindo-se em uma nova fase. Há alunos recém-chegados e uma sensação de amadurecimento. Em aula, surge uma atividade baseada na obra Auto da Barca do Inferno, o que faz Thereza prestar atenção nas pessoas a sua volta e imaginar que destino elas teriam se fossem personagens do livro. Em casa, esquece o aniversário de sua mãe. Na escola, conhece Marcos e inicia uma amizade com ele.
Para assistir ao epísódio online, clique aqui
Ismália
Episódio 8 – “Ismália”, poema de Alphonsus de Guimarães
Thereza ajuda sua mãe a arrumar o apartamento de seu tio, fechado desde sua morte. Lá, ela encontra um pacote deixado como “herança”. Trata-se do poema Ismália e seu jogo entre sanidade e loucura, morte e vida – o que abre a percepção de Thereza para a existência passada do tio e o mundo subjetivo dele. Paralelamente, ela percebe uma das pacientes de sua mãe que possui aspecto depressivo. Isso aguça sua curiosidade e ela investiga junto à mãe o que seriam estas instabilidades da mente humana.
Para assistir ao episódio online, clique aqui
Natassia
Viajando por entre alguns clássicos da literatura portuguesa e brasileira, a série dialoga com o público jovem da atualidade, traçando paralelos entre livro e vida e construindo uma crônica juvenil delicada e divertida, que mescla humor e drama para abordar o tema da transição para a idade adulta.
Durante cada um dos 13 episódios, acompanhamos a aproximação da adolescente à obra em questão, traçando paralelos lúdicos e sentimentais. São amplamente exploradas as possibilidades cênicas e dramáticas do encontro entre a realidade juvenil retratada e o vasto mundo ficcional presente na obra literária.
É ótimo para quem não conhece as obras literárias e ao final de cada episódio, a vontade por conhecer a obra retratada é inevitável.
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| O Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente |
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| Sermões, de Padre Antonio Vieira |
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| Os Lusíadas, de Luís Vaz de Camões |
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| Canção do Exílio, de Gonçalves Dias |
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| Senhora, de José de Alencar |
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| Macário, de Álvares de Azevedo |
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| Dom Casmurro, de Machado de Assis |
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| Ismália, de Alphonsus de Guimaraens |
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| Quadrilha, de Carlos Drummond de Andrade |
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| Uma Aprendizagem ou O Livro dos Prazeres, de Clarice Lispector |
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| Quem casa quer casa, de Martins Pena |
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| O Guardador de Rebanhos, de Alberto Caeiro (Fernando Pessoa) |
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| Macunaíma, de Mário de Andrade |
O texto teatral assemelha-se ao narrativo quanto às características, uma vez que o mesmo se constitui de fatos, personagens e história (o enredo representado), que sempre ocorre em um determinado lugar, dispostos em uma sequência linear representada pela introdução (ou apresentação), complicação, clímax e desfecho.
A história em si é retratada pelos atores por meio do diálogo, no qual o objetivo maior pauta-se por promover uma efetiva interação com o público expectador, onde razão e emoção se fundem a todo momento, proporcionando prazer e entretenimento.
Pelo fato de o texto teatral ser representado e não contado, dispensa a presença do narrador, pois como anteriormente mencionado, os atores assumem um papel de destaque no trabalho realizado por meio de um discurso direto em consonância com outros recursos que tendem a valorizar ainda mais a modalidade em questão, como pausas, mímica, sonoplastia, gestos e outros elementos ligados à postura corporal.
A questão do tempo difere-se daquele constituído pelo narrativo, pois o tempo da ficção, ligado à duração do espetáculo, coincide com o tempo da representação.
Retirado do site Brasil Escola
Natassia
Escritores do Pré-modernismo
Na poesia, o principal representante do Pré-Modernismo no Brasil é Augusto dos Anjos, Eu (1912) com poemas que desafiam classificações rígidas e inserem em nosso contexto cultural algumas características universalmente modernas.
Na prosa
Principais obras do Pré-modernismo
Cronologia do Pré- Modernismo no Brasil – Momento de transição entre a tradição literária (século XIX) e sua ruptura radical, que inaugura o Modernismo (séculoXX).
* Início: por volta de 1902 – Publicação de Os sertões, de Euclides da Cunha.
Retirado do blog Not1
Natassia
O site Educar Para Crescer criou um jogo no qual estão os 100 erros cometidos pelos falantes de língua portuguesa. Jogue-o e divirta-se aprendendo as "regrinhas" da nossa língua.
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| Para jogar, clique aqui |


























